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Em maio, pequenos negócios criaram cerca de 2,2 mil postos de trabalho no Piauí e 182,2 mil no país

Estado ficou em primeiro lugar no Nordeste e em terceiro no país em número de vagas geradas por mil empregados

Em maio, a geração de postos de trabalho nas micro e pequenas empresas, MPE, de todo o país teve um incremento de 115% em relação a abril, com a criação de quase 100 mil vagas a mais que o mês anterior. De acordo com levantamento feito pelo Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae, com base em dados do Caged, do Ministério da Economia, as MPE geraram 182.208 novos postos de trabalho. O número é 2,5 vezes maior que registrado pelas médias e grandes, MGE, que criaram 70,9 mil novas vagas no quinto mês do ano.

No Piauí, foram geradas, em maio, 2.242 vagas de trabalho nas MPE contra 1.100 postos nas MGE. Esses números mostram que pelo 11º mês consecutivo as micro e pequenas empresas do Estado apresentaram um resultado positivo nas contratações, com o acumulado de janeiro a maio deste ano de 9.316 vagas criadas. No Brasil, as estatísticas são semelhantes, apresentando um acumulado nos cinco primeiros meses de 2021 de 858.419 novos postos de trabalhos nos pequenos negócios.

“Os números são animadores e mostram uma retomada gradual da economia, com um ritmo crescente de criação de empregos, especialmente nas micro e pequenas empresas, que vem liderando a geração de postos de trabalho no país há 11 meses. Continuaremos firmes na missão de apoiar esses empreendimentos, que muito tem contribuído para o desenvolvimento do Brasil e do Piauí”, declara o diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda.

A retomada é observada principalmente quando comparados os saldos de emprego dos anos de 2020 e 2021. Nos cinco primeiros meses de 2020, as empresas brasileiras demitiram cerca de 1,3 milhão de trabalhadores, sendo 739.366 nas MPE e 574.467 nas MGE. No mesmo período desse ano, elas geraram quase 1,2 milhão de postos de trabalho, sendo 858.419 nas MPE e 279.195 nas MGE. A análise mensal mostra uma ligeira retomada ao patamar de 300 mil contratações por mês, após uma queda no ritmo de novas carteiras de trabalho assinadas, registrada nos meses de março e abril.

“Mesmo com a queda de faturamento dos pequenos negócios, causada pela pandemia, as micro e pequenas empresas têm sido as responsáveis pela sustentação do nível de emprego no Brasil. Isso reforça a necessidade de manter as políticas públicas de incentivo aos pequenos negócios, que são o motor da nossa economia e o caminho para a sua recuperação”, afirma o presidente do Sebrae Nacional, Carlos Melles.

SETOR DE COMÉRCIO LIDERA A CRIAÇÃO DE VAGAS NO PIAUÍ

O estudo mostra também o número de vagas criadas por setor. No Piauí, o Comércio lidera o ranking com 754 vagas criadas. Em seguida, vem Serviços, com 658; Construção Civil com 542; e Indústria da Transformação, com 141.

Em nível nacional, a liderança do ranking ficou com o setor de Serviços, que criou 76.608 vagas. Em segundo lugar ficou Comércio, com 51.431 postos gerados, seguido da Construção Civil, com 25.025; e Indústria da Transformação, com 21.037.

PIAUÍ SE DESTACA EM NÍVEL NACIONAL

Em relação às unidades da Federação, São Paulo foi o estado que criou mais vagas em números absolutos em maio (50,2 mil), seguido por Minas Gerais (20,7 mil) e Rio de Janeiro (14,4 mil).

Em uma análise comparativa nacional, levando em consideração número de vagas por cada mil empregados, o Amazonas assumiu a liderança em maio com um saldo 19,8 postos gerados. Em segundo lugar ficou o Pará com 15,5. O Piauí vem em seguida com 14,34 vagas, o que coloca o Estado em primeiro lugar no Nordeste na geração de empregos por mil empregados, com uma média bem acima da nacional que foi de 9,52 vagas.

  

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