Destinos Turísticos

Teresina apresenta Índice de Competitividade do Turismo compatível com a média nacional

Sebrae no Piauí apresentou resultado do Estudo, que é composto de 13 dimensões

O Serviço de Apoio às Micro e Pequenas Empresas, Sebrae no Piauí, apresentou o resultado do Estudo do Índice de Competitividade do Turismo do Estado, destacando os dados de Teresina.

Participaram do encontro, ocorrido da sede da instituição na capital, o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Piauí, Freitas Neto, e os diretores executivos da instituição, Mário Lacerda, Delano Rocha e Júlio César Filho; o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Teresina, Raul Ferraz; a superintendente de Turismo da Secretaria de Turismo do Piauí, Carina Câmara; o vereador Venâncio Cardoso; entre outras autoridades e lideranças empresariais.

“O Índice de Competitividade do Turismo é um trabalho técnico que vem sendo desenvolvido há alguns anos em todo o país. Na reunião, mostramos para as autoridades ligadas ao setor como podemos atuar na cadeia do turismo. São dados relevantes para a tomada de decisão de forma correta e assertiva”, pontuou o presidente do Conselho Deliberativo do Sebrae no Piauí, Freitas Neto.

O Índice Geral de Competitividade do Turismo de Teresina ficou em 60,2, enquanto a média nacional é 60. Para compor essa média geral da capital piauiense foram avaliadas 13 dimensões, que apresentaram os seguintes resultados, na ordem do maior para o menor índice: capacidade empresarial (80,6); economia local (78,3); acesso (68,2); aspectos culturais (66,7); aspectos ambientais (65,9); serviços e equipamentos turísticos (65,4); infraestrutura geral (64,4); políticas públicas (58,3); atrativos turísticos (57,1); aspectos sociais (53,9); monitoramento (46,2); cooperação regional (32,8); e marketing e promoção do destino (25,8).

“Esse estudo é uma ferramenta muito importante para quem atua no setor do turismo. Com os dados do Índice é possível direcionar ações para melhorar os pontos fracos e aprimorar o que já está dando certo. O engajamento das entidades ligadas ao setor e dos empresários, principalmente no atual contexto, é muito importante para que o turismo possa avançar”, destacou o diretor superintendente do Sebrae no Piauí, Mário Lacerda.

A partir do Índice foram definidos os diferenciais da atividade turística em Teresina, que são: Economia Local (atividade comercial e produtiva ativa, incentivo à formalização e ao turismo de saúde); Serviços Turísticos (eventos, tour e atividade típica); e Capacidade Empresarial (formação técnica dedicada, redes internacionais e gastronomia consolidada).

“Teresina é destaque na área de saúde e educação. Precisamos fortalecer o turismo e elaborar novas estratégias tendo em vista as mudanças impostas pela pandemia”, comentou o secretário municipal de Desenvolvimento Econômico e Turismo de Teresina, Raul Ferraz.

Entre os desafios para a consolidação do turismo na capital estão: Monitoramento (ampliar atividade regular existente); Marketing e Promoção (plano de marketing digital e presença em mídia estruturada); e Cooperação Regional (fortalecimento dos roteiros integrados e plano de desenvolvimento simplificado).

Como propostas de curto prazo foram apresentados Plano de Governança Público-Privada para Retomada (eventos); Promoção Estratégica Digital; e Foco nos Fatores Históricos e Culturais (tradição arqueológica, artesanato e mobilização de moradores).

Além de Teresina, o estudo do Sebrae foi realizado também nas cidades de Parnaíba e São Raimundo Nonato. Esses índices serão apresentados posteriormente, em reunião com autoridades e lideranças do trade turístico dessas regiões.

“O Índice norteia que ações e estratégias podem ser implementadas para fortalecer o turismo no Estado. A pandemia fez com que setores econômicos se reinventassem e no turismo isso foi muito evidente. Nesse sentido, esses números servem como referência para a governança do segmento”, ressaltou a superintendente de Turismo da Secretaria Estadual de Turismo do Piauí, Carina Câmara.

Considerado uma das metodologias mais modernas para o avanço do turismo, o Índice de Competitividade do Turismo foi desenvolvido pela Fundação Getúlio Vargas, FGV; em parceria com o Ministério do Turismo e o Sebrae Nacional. O objetivo do estudo é acompanhar a evolução dos indicadores de competitividade em destinos turísticos; disponibilizar ferramenta para que destinos monitorem sua competitividade; reunir informações estratégicas que subsidiem o planejamento da atividade para destinos e empresas; e nortear investimentos e formulação de políticas públicas.


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